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Mulher Melão na Playboy/Ferrari

RENATA FRISSON, mais conhecida como a Mulher Melão, andou fazendo uma sessão de fotos especiais para a Revista Plaboy, cujas fotos foram feitas dentro de uma ferrari vermelha. A edição da revista sairá na segunda quinzena deste mês, cuja distribuição será no Brasil inteiro.
Vão vender que nem água heheh!!! :-)

Uno 2010: aleluia, renovaram o carango!


Nas versões Vivace 1.0 (R$27.350), Way 1.0 (R$28.490), Attractive 1.4 (R$31.080) e Way 1.4 (31.870), todos 4 portas, o novo “UNO 2010″ já está nas principais lojas de automóveis do Brasil, esperando pelo seu futuro dono.
Achei a trazeira meio parecida com o SOUL, aquele “soldadinho feioso” da Kia!!! :-)

Quebra vento significava a alegria dos cabelos

Tal qual as maçanetas de vidro, os quebra vento utilizados nos automóveis de alguns anos atrás também já não fazem mais parte dos carangos de hoje, os quais estão vindos equipados com ar frio, ar quente, ar condicionado e muitos outros badulaques. Pode até ser que o ar condicionado seja mais confortável, porém, ninguém tira do quebra vento a magia de trazer aquele ventinho gostoso prá dentro do carro, fazendo com que nossos cabelos ficassem “esvoaçando” para todos os lados heheh.
A piazada de hoje nem sabe o que é um quebra vento!!! :-)

Maçanetas de vidro já fizeram sucesso

As maçanetas de vidro utilizadas nos automóveis de alguns anos atrás já não fazem mais parte dos carangos de hoje, os quais estão vindos com toda aquela parafernália elétrica, novos designers, plástico prá todo lado e outros babados. As “engenhocas” de hoje podem até ser mais práticas e fáceis de usar, mas, com certeza, não possuem a beleza e a robustez das maçanetas de antigamente, que, além de leves, te obrigavam a fazer um pouco de exercício caso você quisesse tomar um “arzinho fresco” no rosto.
Ahh que saudades das cromadinhas!!! :-)

Kombi ano 86


Quem quer comprar???

Dispenso os 5% de comissão de venda!!! :-)

Ferrari x Corcel: cada um paga o seu!


O dono do “corcelzinho” não vai poder arrumar nem o seu carango, que dirá a ferrari, que ficou bem avariada. Ahh, e nem o melhor “martelinho de ouro” conseguirá dar um jeito nisso!
Por lo tanto, neste caso, cada um paga o seu!!! :-D

Fiat 147 já foi o “bão” da boca

Lançado em novembro de 1976, ele marcou a estréia da Fiat no Brasil. Na versão L — originada do Fiat 127 italiano -, o 147 apresentava várias características modernas para a época, como pneus radiais de séries calçados em rodas de aro 13, suspensão independente nas quatro rodas, grande espaço interno e diminutas dimensões externas (apenas 3,63 metros). O motor, de 1049 cm3, com 57 cavalos, transversal (outra novidade), tinha comando de válvulas no cabeçote (que por sinal era de alumínio) acionado por correia dentada, e seu principal apelo era a economia de combustível. A Fiat fez uma propaganda interessante, na qual o carro percorria a ponte Rio-Niterói (cerca de 14 quilômetros de comprimento) com apenas 1 litro de gasolina — que se encontrava numa bureta ligada diretamente ao motor. E, segundo o comercial, ainda sobrou combustível no recipiente utilizado.

Para provar que o carro era resistente, característica inegável do seu mais forte concorrente, o Fusca, a montadora promoveu um outro teste no mínimo curioso: subiu e desceu os 365 degraus da escadaria da Igreja da Penha, no Rio de Janeiro. Pelo menos na propaganda divulgada pela televisão, as suspensões se saíram muito bem. Mas nas mãos dos consumidores as coisas estavam um pouco diferentes…

O 147 não teve um começo fácil e não foram poucos os percalços por que ele passou. Defeitos no câmbio e problemas de acabamento e durabilidade deixaram muitos consumidores desapontados. De qualquer forma, logo em 1978 saiu a série especial GL Vogue, o 147 básico, o GL normal de linha e a Furgoneta (com vidros traseiros inexistentes e sem os bancos de trás, uma inovação no Brasil).

Em 1979 é a vez da picape (outra novidade), derivada da versão hatch, do 147 Rallye, com motor 1300 e acabamento esportivo, do 147 a álcool (o primeiro movido a esse combustível no Brasil, certamente o primeiro veiculo de serie no mundo a álcool) e o top de linha GLS.

No ano seguinte chega a frente Europa, bem mais moderna, com pára-choques de plástico. A versão básica permanece com a mesma linha original do 147. Nesse mesmo ano é lançada a Panorama, versão station wagon da linha, e a Fiorino, versão de carga com baú, outra novidade. A picape longa viria em 1981 e a City, em 1982

Para 1982, alias, a empresa muda o nome das versões, com o surgimento do básico C (no lugar do L), do intermediário CL (antigo GL) e do 147 Top (antigo GLS). Este apresentava painel de instrumentos concebido pelo designer Bertone. O Rallye passa a ser chamado de Racing. Havia uma exceção: o GL 500.000, uma série especial que foi fabricada entre junho de 1981 e janeiro de 1982.

Em 1983 é lançado o Fiat Spazio, uma derivação do 147, e com ele vem o Oggi CS (fabricado a partir de março de 1983), a versão três volumes e duas portas do Spazio. Nesse mesmo ano-modelo o Rallye passa a se chamar Spazio TR e o Top vira CLS. O básico continua com a frente Europa até 1984 e em 1985 passa a ter a mesma parte dianteira do Spazio. Com o lançamento do Uno, em 1984, o Spazio sai de linha, mas o C, básico, continua em produção até fevereiro de 1987.


Valeu patrão, o bichinho merece um trato!!! :-D

Cara Azarado

O cara não morreu, mas quase!!! :-(

Fiat 147 com rodão


O carrinho vai ficar “zero” bala!!! :-D

amigos para sempre!

Muito bom este comercial do Fiat Palio Economy!
Legal, gostei! :-D

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